quinta-feira, 26 de março de 2009

Não deixem morrer o português

Concordam com o acordo ortográfico? Eu não. De todo. Está a circular na Internet uma petição contra o acordo, que se encontra aqui.

Tinha muitas razões que poderia evocar para a minha não concordância com o acordo, mas há duas que me parecem extremamente importantes:

Fomos o povo colonizador há 500 anos. Civilizámos muita gente lá, levámos a nossa cultura, a nossa LÍNGUA, e muita gente foi viver para o Brasil. Volvidos 500 anos, o povo que foi em tempos colonizado pela nação portuguesa, tenta com a sua língua "civilizar" Portugal e os portugueses. Assim, considero completamente despropositado o fa(c)to do país colonizador se SUBORDINAR ao país que foi em tempos colonizado por portugueses.

Podem-me dizer: "Ah e tal... Mas é com o objectivo de aproximar nações da CPLP, com vista a uma maior unanimidade e força conjunta dos povos."

E eu digo: "Mas eu percebo perfeitamente qualquer pessoa que seja da CPLP, quer seja Angolano, Brasileiro, cabo-verdiano ou Moçambicano. Se estiver a falar Português, qualquer pessoa entende. E o Português sempre uniu todos esses países."

Na minha humilde opinião, que não é mais do que a opinião de um leigo, mesmo com uma língua comum, é necessário haver diferenças na sua cultura interna. É isso que demarca o sentido de nação, de união de um povo. E eu, se tiver que começar a escrever segundo os ditames desse maravilhoso documento, sentir-me-ei um pouco menos Português.

E porquê? Porque o fato que vos relatei há pouco, não é o mesmo fato que vou vestir para sair logo à noite.

Eu já assinei.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Return from the death

Pois é. Corridos 7 meses em estado vegetativo, este blog vai voltar de novo a ter vida. Espero que não chegue a entrar de novo em coma. Os aquários sofreram uma paragem, mas está para breve a sua reactivação, numa versão "small".

Assim, o blog vai entrar por uma tendência mais generalista, retratando de certa forma o dia-a-dia de um universitário com a cabeça em água. No entanto, vão-se manter os desenvolvimentos na aquariofilia, como já começa a fazer falta, traduzindo-se num
escape diário.